altNós fizemos parte!

A última sexta-feira, dia 28 de abril, vai ficar na história do Brasil! 

Os trabalhadores brasileiros, para mostrar a insatisfação com a reforma trabalhista que acaba com os nossos direitos e com a reforma da previdência que acaba com o direito de aposentar, fizeram a maior greve geral da história brasileira.

Paralisações e protestos ocorreram de norte a sul.

O Vale do Aço também fez parte dessa história! 

Em Ipatinga, os companheiros rodoviários pararam suas atividades até as 13 horas da sexta-feira, e contou apenas 20 ônibus circulando pela cidade. Na parte da tarde, uma passeata com cerca de 3.000 pessoas saiu da praça do Iguaçu até a praça 1º de maio no centro da cidade. Em Coronel Fabriciano, de 10h30 às 11h30 uma grande passeata circulou as ruas do centro da cidade. Em Timóteo, o protesto ocorreu no setor 7 e também no centro da cidade. Até as 10h30 nenhum ônibus circulou pela cidade. Em todo o Brasil, mais de 35 milhões de brasileiros participaram do movimento.

Não somos unanimidade nem ou o maior de todos conseguiu ser. Apesar disso, imensa maioria das trabalhadoras e trabalhadores nos apoiou nos atos que fizemos. 

Todos sabem que se não lutarmos, no próximo 1º de maio o Temer, com a desculpa de modernização, vai anunciar o fim da Lei Áurea e a volta da escravidão.

Qual o efeito prático da greve?

O primeiro resultado positivo das nossas mobilizações que foram realizada até a greve geral é que o governo Temer não tem hoje os votos necessários para aprovar a reforma da previdência. 
Isso ficou provado na votação da reforma trabalhista, que é menos sensível aos deputados do que à reforma da previdência. Os 296 votos favoráveis a reforma trabalhista, não são suficientes para aprovar a reforma da previdência que necessita de 308 votos, ou seja, 3/5 do Congresso. 
Senadores que eram da base do governo têm anunciado que a proposta trabalhista aprovada na Câmara, não passa no Senado. Qualquer alteração no Senado feita pelos Senadores, faz com que a reforma trabalhista tenha que voltar à Câmara para nova votação. Sendo assim, quanto mais conseguirmos adiar a votação da reforma da previdência e da reforma da trabalhista, levando a votação para perto das próximas eleições, mais difícil fica para o Governo conseguir aprová-las. Pois os Deputados têm medo das urnas.

Próximo passo

As centrais sindicais estão discutindo, de forma unificada, uma grande marcha à Brasília  for marcada a votação da reforma da previdência. E assim, da mesma forma que estivemos presentes na maior greve geral do Brasil, também vamos estar presentes na ocupação de Brasília, para que não legalize o trabalho escravo no Brasil.

Fonte: Imprensa Metasita
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