altTodos os anos o Sindicato Metasita ressalta a importância da categoria metalúrgica se unir

para, até mais do que lutar por aumento salarial, defender as cláusulas sociais Acordo Coletivo de Trabalho(ACT). 


Também, todos os anos, nesta época de Campanha Salarial, o Metasita explica que o ACT contém direitos exclusivos da categoria, que trazem avanços complementares às garantias que, antes da reforma de Temer, estavam previstas na Consolidação das Leis do Trabalho. 

Boa parte da categoria metalúrgica sempre compra essa briga liderada pelo Sindicato. Essa parcela de trabalhadores que defende o ACT tem sido fundamental por ela trazer avanços em relação aos direitos conquistados como: piso salarial,  licença maternidade, adicional noturno, PLR, assistência médica, retorno de férias, entre outros. Outra parte, infelizmente, não entrava na luta. Se entrasse, as garantias poderiam até ser superiores, pois a categoria teria condições de enfrentar em pé de igualdade as pressões impostas pelos representantes da Empresa nas negociações. Porém, se a unidade da categoria já era importante antes da reforma trabalhista, agora ela é determinante. 

O ACT este ano não vai apenas garantir a manutenção de direitos específicos da categoria. Ele vai definir se os metalúrgicos terão ou não direitos trabalhistas básicos. Essa ameaça aos metalúrgicos e a todas as demais categorias profissionais, é resultado da reforma trabalhista de Michel Temer e dos golpistas. 

Para começo de conversa, a reforma traz o fim de um dispositivo legal chamado ultratividade, que garantia a vigência do Acordo Coletivo de Trabalho anterior até que um novo fosse assinado. O fim da ultratividade significa para o metalúrgico, na prática, a extinção de todas as garantias do Acordo Coletivo a partir de 1º de novembro, quando a reforma entra em vigor. A única saída que temos para evitar o fim do retorno de férias, redução de piso salarial, diminuição de adicional noturno e outros abusos, é lutar juntos para que o ACT este ano seja conquistado antes novembro e garantir que ele traga cláusulas de proteção contra a reforma trabalhista, conforme a pauta elaborada. Os patrões estão liberados para terceirizar a empresa inteira, sem respeitar a atividade econômica e a categoria profissional predominante. 

Sendo assim, pedimos que participem ativamente da luta, que se mobilizem, que se juntem ao Sindicato, que defendam o Acordo. Ele agora é nossa única segurança por trabalho digno!

Fonte: Imprensa Metasita


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